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Tristeza Parasitária Bovina: o que é e como tratar?

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Apatia, febre, anemia, urina vermelha, diminuição na ruminação e icterícia são alguns dos sintomas clínicos da Tristeza Parasitária Bovina (TPB), um complexo de duas doenças, babesiose e anaplasmose, transmitidas pelo carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus. A TPB, de acordo com estudos da Embrapa Pecuária, é uma das principais causas de prejuízo econômico no setor, pois gera altos índices de mortalidade e morbidade, redução na produção de carne e ou leite, aborto e menor fertilidade em machos e fêmeas. Para entender melhor como as doenças afetam o rebanho e as formas de tratamento, acompanhe a leitura. 

Protozoários e ações no organismo

Com sinais clínicos semelhantes e que caracterizam uma prostração geral do animal, as doenças da Tristeza Parasitária Bovina são causadas pelos protozoários da espécie Babesia bovis e Babesia bigemina, na babesiose, e pela rickettsia Anaplasma marginale, que provoca a anaplasmose. Esta última também pode ser transmitida por insetos como moscas e mosquitos. As infecções graves atingem as células sanguíneas do organismo, deixando o animal debilitado e fraco. Em casos de infecção por Babesia bovis, sinais neurológicos também podem ser observados como andar cambaleante, paralisia, movimentos repetitivos e agressividade.

Regiões endêmicas e profilaxia natural

Segundo informações da Embrapa Pecuária, os animais que vivem nos locais onde as condições climáticas são propícias para presença de carrapatos durante o ano todo e há contato com os agentes desde o nascimento, os animais tendem a não adoecer e criam, então, resistência a TPB para toda a vida. Já em um cenário inverso, no qual as condições climáticas ou manejo e controle não permitem a presença constante de carrapato, o isolamento aos agentes e a não inoculação quando jovens podem gerar adultos mais suscetíveis aos males. No primeiro caso, a presença constante de carrapatos estabelece uma profilaxia natural quando falamos de TPB.Enter your text here ...

Diagnóstico da Tristeza Parasitária e tratamento com Pirental

Os sintomas clínicos e neurológicos podem ser bem perceptíveis, no entanto, para a identificação do agente em questão e confirmação de qual é a doença do complexo, é preciso realizar o exame de esfregaço sanguíneo. O tratamento da TPB é feito com o uso de quimioterápicos e de antibióticos.

No combate específico da babesiose, é indicada a solução injetável da Bimeda, Pirental, é composta por Diaceturato e Diazoaminodibenzamidina e tem ação imediata, promovendo uma rápida recuperação do animal. O medicamento age destruindo os agentes causais e combate a febre, pois conta também com antitérmico em sua composição.

Para o tratamento da anaplasmose, é indicado o de Tetroxy, uma solução injetável à base de oxitetraciclina. A reação com o tratamento específico antes do surgimento de sintomas mais graves, como anemia profunda e comprometimento do sistema nervoso, é fundamental para uma ação mais eficaz. Em todo o processo de cuidado da Tristeza Parasitária, a recomendação é manter os animais tranquilos, evitar situações de estresse, que possam piorar o quadro, e manter água e comida à vontade.

Para conferir o estudo da Embrapa Pecuária na íntegra sobre a Tristeza Parasitária Bovina, clique aqui. Com as informações em mãos sobre os sintomas e as formas de tratamento, você pode cuidar melhor do seu rebanho, diminuir os prejuízos causados pelas doenças parasitárias e garantir produtividade e saúde dos animais. Conte sempre com a expertise global da Bimeda ao seu lado no dia a dia do campo.

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