By Brazil Admin on Friday, 15 July 2022
Category: Destaques

Vermifugação em cavalos: saúde no rebanho equino

Os equinos são animais versáteis e de destaque no agronegócio brasileiro. Os cavalos estão presentes na lida diária do campo, na tração, no esporte, no lazer e na equoterapia. Cuidar da saúde e do bem-estar de um rebanho equino para evitar prejuízos no desempenho dos animais requer tanta atenção quanto de um rebanho bovino. Assim, as ações de manejo e prevenção de doenças - especialmente das verminoses -, por meio da vermifugação, devem ser feitas de uma forma estratégica.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o IBGE, o Brasil possui um rebanho equino composto de mais de 5,5 milhões de cabeças, ocupando a quarta colocação mundial. No aspecto econômico, em 2018, a indústria da equinocultura movimentou cerca de R$ 16,5 bilhões, alta de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Esalq-USP). Para que os números sigam positivos, é fundamental manter os animais longe dos endo e ectoparasitas e tratar de forma rápida e eficaz o rebanho.

Acompanhe a leitura para saber como! 

 Presença de vermes internos em equinos ​

Resultados de amostras de fezes colhidas por pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), para identificação de helmintos, mostraram que:

 Principais parasitas em equinos e seus efeitos 

Entres os principais parasitas internos em cavalos estão: Strongylus vulgaris, S. equinus e S. edentatus, Cyathostomum spp., Parascaris equorum, Strongyloides westeri, Trichostrongylus axei, Oxyuris equi, Habronema spp. e Anaplocefala sp. As doenças causadas por esses agentes levam a prejuízos econômicos, pois afetam, diretamente, o desempenho dos animais.

Os cavalos usados para lida no pasto são os mais susceptíveis às verminoses, especialmente quando mais jovens. O diagnóstico visual das enfermidades é, muitas vezes, difícil, pois as doenças, no estágio inicial, se apresentam de forma subclínica. Por isso, a importância de se manter na propriedade um programa regular, estratégico e de prevenção de vermifugação.

Quando em estágio já avançado, sem um controle efetivo, os equinos têm emagrecimento, pelos secos e arrepiados, anemia, fraqueza e perda de apetite. Nessas condições, os animais podem ainda desenvolver e adquirir outras doenças, agravando o quadro. Para o diagnóstico correto da verminose, é preciso realizar exames laboratoriais diante das primeiras suspeitas.

Vermes em fêmeas na gestação e no pós-parto​ 

As éguas, durante o período da gestação e do pós-parto, ficam mais suscetíveis aos vermes gastrointestinais, podendo ainda transmiti-los aos potros pela placenta ou pelo colostro. A situação pede uma atenção especial, com a utilização de antiparasitários seguros, que não comprometam o desenvolvimento do filhote ou a qualidade do leite.

 Disseminação no pasto ​

Equinos com verminoses podem levar a infestação para os outros animais e rebanhos do pasto. O cavalo passa a ser um disseminador do agente, principalmente quando a doença é assintomática, sem sintomas perceptíveis ainda. Questões de deficiência nutricional, manejo incorreto da pastagem, alterações no clima e animais com sistema imunológico enfraquecido podem potencializar a ocorrência de verminoses nos equinos, assim como os sintomas das doenças.

 Sintomas de doenças causadas por parasitas internos:​

 Como é a vermifugação em cavalos?

É fundamental ressaltar que somente um médico-veterinário pode escolher a base adequada do vermífugo e ministrá-lo de forma segura, prática e eficiente. De forma geral, a vermifugação de potros deve começar aos 60 dias, com doses consecutivas a cada dois ou três meses. Em cavalos adultos, a recomendação é a repetição das doses a cada três ou quatro meses.

Um grande desafio enfrentado pelos produtores rurais é a resistência dos parasitas ao vermífugo ministrado nos animais, principalmente aos medicamentos à base de ivermectina, principal vermífugo usado em animais no mundo. O mau uso dos medicamentos acaba selecionando os parasitas, fazendo com o que os produtos percam o efeito desejado.

Para evitar esse problema, o produtor deve seguir as recomendações do médico-veterinário de confiança quanto à época de aplicação e dosagem a ser usada. É fundamental também utilizar produtos com amplo espectro e que vençam a resistência dos parasitas. 

Controle e monitoramento para evitar prejuízos  

O monitoramento da propriedade e o controle sanitário efetivo de parasitas por meio de um programa estratégico de vermifugação são as melhores e mais eficazes formas de proteger o rebanho equino, garantir a sanidade e o desempenho e evitar prejuízos financeiros. Na literatura veterinária consta que, o controle integrado entre manejo sanitário e de pastagens acrescido de vermifugações estratégicas, ao final da seca e início das chuvas, mostra resultados favoráveis, além de minimizar a resistência aos anti-helmínticos (SERQUEIRA, 2001; MOTA et al, 2003).

 Panteq vence resistência dos parasitas às avermectinas ​

A Bimeda, empresa global de saúde animal, tem em seu portfólio um produto ideal para o tratamento de verminoses em equinos, chamado de Panteq, um vermífugo em pasta administrado via oral. O Panteq combate os parasitas gastrointestinais e melhora o pelo e a resistência dos animais, além do desempenho no trabalho e em competições.

Um dos diferenciais do medicamento é seu amplo espectro, que vence a resistência dos parasitas às avermectinas. O Panteq é indicado para combater os oito principais parasitas do trato intestinal dos equinos, eliminando todas as fases da verminose.



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